Blog da jornalista Olívia de Cássia  
 
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    Escrito por Olívia de Cássia às 18h41
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    NOTA

     

    Contra a truculência da PM e pela liberdade de imprensa

     

    O Sindicato dos Jornalistas, o Sindicato dos Radialistas e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) vêm a público repudiar a ação truculenta e arbitrária desencadeada pela Polícia Militar contra os servidores do Detran e profissionais da imprensa, durante manifestação pacífica e ordeira realizada hoje pelos grevistas daquele órgão, em face da intransigência do governo.

    A postura de impedir o livre trânsito das pessoas, cercear o trabalho da imprensa e jogar bombas nos funcionários, jornalistas e radialistas, remonta os mais terríveis momentos do Estado de exceção e se configura em grave atentado ao estado de direito e à liberdade de imprensa, coisa que não podemos aceitar nem permitir.

    O Sindjornal, o Sindrádio, a Fenaj e toda a sociedade alagoana exigem providências imediatas do governo estadual em relação ao episódio, que só ocorreu, certamente, por determinação de agentes públicos superiores, que detêm poder de comando. As entidades sindicais já estão adotando as providências que lhes cabem, acionando o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil e a Justiça contra os danos físicos, morais e materiais causados aos seus associados (profissionais da imprensa).

    É lamentável que a Polícia Militar, instituição que deveria garantir a segurança dos cidadãos, faça uso da truculência para agredir fisicamente, trabalhadores que buscam os seus direitos e profissionais no exercício de suas atividades. As agressões não foram apenas contra os repórteres fotográficos Gilberto Farias e Lula Castello Branco; o cinegrafista José Agatângelo; o repórter Marcos Rodrigues e o radialista Siqueira Júnior, mas também contra a sociedade alagoana, a quem se tentou usurpar o direito constitucional de ser informada.     

     

    SINDICATO DOS JORNALISTAS DE ALAGOAS

    SINDICATO DOS RADIALISTAS DE ALAGOAS

    FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS



    Escrito por Olívia de Cássia às 17h41
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    Alagoas sedia encontro internacional de capoeira

    Maceió e União dos Palmares sediam, desta quinta até o dia 3 de agosto, o I Muzenzumbi

    Agência Alagoas

    Alagoas sediará, desta quinta-feira até o dia 3 de agosto, o I Muzenzumbi Capoeira Internacional — “Capoeira na Terra de Zumbi”, que será realizado nas cidades de Maceió e União dos Palmares. A atividade é organizada pelo Grupo Muzenza, com apoio da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos; Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura, Fundação Municipal de Ação Cultural de Maceió e Prefeitura de União dos Palmares.

    Participam do evento mestres, professores e alunos de capoeira de Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Bahia, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Israel. A estimativa é reunir cerca de 500 participantes.

    A programação será iniciada com uma palestra sobre Religião de Matriz Africana, ministrada pelo historiador e babalorixá Célio Rodrigues, às 20h, no Centro de Treinamento da Associação Muzenza de Capoeira, localizado na Rua da Saudade, nº 60, Clima Bom I. Na sexta-feira, acontecem rodas de capoeira, às 17h, no calçadão do comércio de Maceió, e às 20h, na sede da associação.

    Durante o final de semana, as atividades continuam em União dos Palmares. No sábado, às 18h, será inaugurado, no bairro Jatobá, o Centro de Treinamento do município. Os participantes terão a oportunidade de visitar a Serra da Barriga, local sagrado e palco da resistência negra, no domingo pela manhã. O encontro será encerrado às 15h, na praça Basiliano Sarmento, com aulão de capoeira, batizado e trocas de cordas.

    De acordo com Marcelo Cardoso (mestre Girafa), coordenador do Grupo Muzenza em Alagoas, o encontro estimulará o intercâmbio sócio-desportivo e cultural. “Iremos mostrar um pouquinho da capoeira alagoana para o mundo”. Afirmou ainda a importância do evento para o crescimento da capoeira local. “Esse evento tem grande importância, porque fortalece a capoeira de Alagoas, ao trazer mestres e contra-mestres de vários estados que possuem experiência nacional e internacional. A maioria dos mestres que estão vindo ministra cursos em diversos países do mundo. O mestre burguês, coordenador nacional do grupo, chega no sábado a Alagoas, vindo diireto da Europa”, declarou.

    Muzenza - A Associação Muzenza de Capoeira é um dos grupos mais conhecidos e tradicionais da modalidade. Fundado em 5 de maio de 1972, busca desenvolver o nível técnico, teórico e didático-pedagógico dos capoeiristas, além de valorizar os mestres experientes.

    Encontra-se em todo território nacional e 45 países, em 4 continentes. A entidade introduziu a capoeira em clubes, quartéis, escolas, academias, comunidades carentes e negras. Já realizou 3 campeonatos mundiais, 6 Opens de capoeira e diversos eventos no Brasil e no mundo.

    No estado de Alagoas, o grupo encontra-se em Maceió (Clima Bom, Benedito Bentes, Jacintinho, Chã da Jaqueira, Feitosa e na Sociedade Pestalozzi) e nos municípios de União dos Palmares, Delmiro Gouveia e Arapiraca. Há 13 anos utiliza a capoeira como ferramenta de inclusão social e educacional, realizando um amplo trabalho na periferia, em escolas das redes particulares e públicas; inclusive, com portadores de necessidades especiais.

    Capoeira - A capoeira é uma das principais riquezas da cultura afro-brasileira, e une dança, música e luta. Ela é praticada em mais de 150 países, por capoeiristas das mais variadas classes sociais e faixas etárias, sem discriminação quanto à religião, raça e gênero. Divide-se em dois estilos - angola e regional -, além de ter outras manifestações como: maculelê, puxada de rede, samba duro e de roda.

    No dia 15 deste mês, foi reconhecida como patrimônio nacional, pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Entrou na lista dos 14 patrimônios culturais do país. O processo de registro inclui a roda de capoeira no Livro das Formas de Expressão e a criação de um plano de previdência especial para os "velhos mestres".


    Escrito por Olívia de Cássia às 11h07
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    Sindicatos acionam OAB contra agressão do Bope

    Repórter fotográfico e cinegrafista foram atingidos por bomba de efeito moral

    Gazetaweb

    A diretoria do Sindicato dos Jornalistas (Sindjornal) e do Sindicato dos Radialistas chegaram ao prédio do Departamento de Trânsito (Detran), no Pontal da Barra. Eles afirmam que vão acionar os Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Alagoas (OAB/AL) devido à agressão sofrida pelo repórter fotográfico da Gazeta de Alagoas, Gilberto Farias, e pelo cinegrafista, José Agatângelo, na manhã desta quinta-feira (31).

    Valdice Gomes, presidente do Sindjornal, e Paulo Guedes, presidente do Sindicato dos Radialistas chegaram com o advogado Paulo Romero Costa. Eles disseram que também vão entrar com uma ação no Ministério Público (MP), com as imagens das agressões e com relatos de pessoas que estavam no momento do tumulto.

    Os dois foram atingidos por bombas de efeito moral atiradas pelo Batalhão de Operações Especial (Bope) da Polícia Militar de Alagoas. Os militares fazem a desocupação do prédio do Detran/AL e impedem a entrada dos servidores que estão em greve há 23 dias devido a luta por reajuste salarial, mudança de sede, equipamentos, novos diretores, entre outras solicitações.


    Escrito por Olívia de Cássia às 11h04
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    PÁGINA EM BRANCO

    Flávio Cardoso Reis

    Cada dia é uma página em branco
    Onde desenhamos e escrevemos...
    A imagem e o contexto dependem
    De como vivemos ...

    Hoje escrevi uma página
    Que na minha vida será
    Lembrada...

    Juntando se páginas e páginas
    Formamos o livro da vida
    Onde somos autores e protagonistas

    Diferente dos livros
    Rascunhos não podem ser apagados
    E acabam se tornando nossos
    Próprios aliados

    Aprendemos com os erros
    E não existem corretivos
    As lições que aprendemos
    São os momentos vividos

    Todos os dias surgem novos
    Personagens...
    Muitos se tornam parte do livro
    Outros restam apenas imagens

    Fecho a página
    Mas não termino o livro...



    Escrito por Olívia de Cássia às 10h33
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    Passo à frente
    Ministério do Trabalho cria grupo para atualizar regulamentação profissional
     
    O Diário da União publicou na edição desta sexta-feira (25/07) a portaria 342/08 instituindo grupo de estudos com o objetivo de "propor alterações na legislação em vigor para viabilizar a regulamentação da profissão de jornalistas". A publicação é um compromisso recentemente assumido pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em reunião com dirigentes sindicais dos jornalistas.

    No dia 10 de julho, representantes da FENAJ informaram ao Ministro que partiu do próprio Governo a proposta de constituição de um Grupo de Trabalho para encaminhar a atualização da regulamentação profissional dos jornalistas. "A constituição de tal GT, adiada durante quase dois anos, seria uma medida compensatória após o veto do governo federal, no final de 2006, ao PLS 079/04, que havia sido aprovado no Senado", explica o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade. Para Murillo, a iniciativa do Ministro vem em boa hora e não tumultua a campanha de defesa do diploma -- questão em análise no Supremo Tribunal Federal. "São processos relacionados, mas absolutamente independentes", avalia.

    Entre as atualizações previstas no PLS 079/04, estavam as caracterizações de novas funções profissionais, inclusive a de assessor de imprensa. A Portaria 342/08 estabelece a composição do GT com participação dos trabalhadores, empresários e governo, cada qual com três representantes, e com prazo de 90 dias para apresentar relatório final.



    Escrito por Olívia de Cássia às 10h28
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    Presidente da OAB-AL recebe abaixo-assinado da presidente do Sindjornal 

     OAB adere à campanha em defesa do diploma

    Semana nacional de luta será lançada dia 9, no Bar da Comunicação 

    A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB-AL) aderiu na tarde desta terça-feira à campanha em defesa do diploma dos jornalistas, ao subscrever abaixo-assinado da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). O ato aconteceu durante reunião do presidente da entidade, Omar Coelho de Melo, com diretores do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal).

    Omar Coelho manifestou surpresa com a ação que tramita no Supremo Tribunal Federal questionando a exigência do diploma de nível superior para o exercício da profissão de jornalista. Além de assinar o abaixo-assinado da Fenaj, o presidente da Ordem disse que vai orientar os demais conselheiros da entidade a enviar e-mails para os ministros do STF, posicionando-se a favor da manutenção do diploma. A presidência também enviará um documento.

    A OAB-AL será palco no dia 15 de agosto de uma grande manifestação pública, da qual participarão jornalistas, estudantes, professores e demais parceiros da defesa do diploma. O ato faz parte de uma Semana Nacional de Luta, que acontecerá de 11 a 17 de agosto. Nesse período, em meio as mobilizações que ocorrerão pelo país, o Sindjornal e demais membros do Comitê Estadual em Defesa do Diploma vão percorrer as universidades e as redações dos veículos de comunicação, para ampliar a luta em defesa da regulamentação profissional.

    A Semana Nacional de Luta em defesa do diploma será lançada em Alagoas no próximo dia 9, com a abertura do Bar da Comunicação – sede do Sindicato. A intenção é reunir informalmente os jornalistas e estudantes para aproximá-los ainda mais da mobilização e aprofundar o debate. “Esta é uma luta de todos e não apenas da Fenaj e dos sindicatos. O que está em jogo não é só o mercado de trabalho, mas a liberdade de imprensa e a informação de qualidade”, disse a presidente do Sindjornal, Valdice Gomes. 

    Depois de conquistar a adesão da OAB-AL, o Sindicato dos Jornalistas prosseguirá esta semana em busca de mais apoios. Reuniões estão sendo agendadas com vários conselhos de classe, o Tribunal de Justiça, o Arcebispado de Maceió, a Assembléia Legislativa, a Associação dos Magistrados, a Câmara Municipal de Maceió, a Associação do Ministério Público, a Reitoria da Universidade Federal de Alagoas e a presidência do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac).

    Os jornalistas alagoanos já haviam conseguido, há dez dias, o apoio do procurador Geral de Justiça, Coaracy Fonseca, do superintendente da Polícia Federal, José Pinto de Luna, e do presidente da Comissão de Combate à Corrupção Eleitoral, advogado Paulo Breda. Um manifesto da categoria publicado nos jornais locais também foi subscrito pelo Conselho Estadual de Comunicação, a Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP-AL), o Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac) e os cursos de jornalismo no Estado. Ontem, o Conselho Regional de Psicologia também oficializou o seu apoio.

    Programação da Semana Nacional de Luta

    Dia 9/08 – Lançamento, no Bar da Comunicação

    Dia 11/08 – Mobilização nas redações, começando às 12 horas, na TV Pajuçara

    Dia 12/08 – Mobilização no Cesmac, a partir das 18 horas

    Dia 13/08 – Mobilização na Ufal, das 15 às 20 horas

    Dia 14/08 – Mobilização na FITs, às 8 e às 18 horas

    Dia 15/08 – Manifestação em frente à OAB-AL (concentração a partir das 14 horas)

    Fonte: Conselho Estadual em Defesa do Diploma



    Escrito por Olívia de Cássia às 10h25
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    LUTO EM UNIÃO DOS PALMARES

     

    Fotos: Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

     

    Homenagens a Pedrosa comovem a sociedade palmarina

    Povo aguardava do lado de fora enquanto o corpo era velado e homenageado no auditório da Prefeitura...

    O povo se apertou e fez fila para entrar no auditório...

    Lá fora outra multidão aguardava a saída do enterro...

    Auditório lotado assiste à recomendação do corpo...

    a amiga e ex-secretária de Turismo, Jacy Lúcia Galvão  diz emocionada que José Pedrosa era mais um mestre de obras do que um prefeito: "Ele acompanhava tudo de perto, do começo ao fim"

    Os filhos Rafael, 18 e Thiago, 23, falam emocionados dos exemplos deixados.....

     

     

    Enterro foi acompanhado por milhares de pessoas

     

    Olívia de Cássia

    Repoórter

     

    O município de União dos Palmares, a cerca de 84 quilômetros de Maceió, sepultou nesta quarta-feira pela manhã,  o seu prefeito, José Carrilho Pedrosa (PDT). A cerimônia foi cercada de muitas homenagens com discursos, cânticos religiosos, emoção e orações, com a presença de políticos como os ex-governadores Divaldo Suruagy, Manoel Gomes de Barros, os deputados federais Olavo Calheiros e Augusto Farias, deputado afastado Nelito Gomes de Barros, o prefeito de São José da Laje,  Paulo Roberto (Neno),  o prefeito Renan Filho e o tio Remi, de Murici, além de outras autoridades locais e da região.

    O corpo foi velado no auditório da Prefeitura, desde a tarde de terça-feira e recebeu a visita de milhares de pessoas que foram prestar as últimas homenagens ao prefeito.  Enquanto muitas pessoas se aglomeravam na porta da prefeitura, outra parte ouviu a celebração de corpo presente que foi feita pelo padre Marcos Antônio Alves, de Capela.

    Políticos, alunos, professores, motoristas, comunidades ligadas à igreja, autoridades locais e muita gente do povo acompanhou o enterro: parecia uma procissão religiosa. Até o cavalo de propriedade do prefeito acompanhou o enterro, na frente, seguido dos motoqueiros que buzinavam a cada aplauso da população.

    O caixão que levava o prefeito percorreu várias ruas antes de ir ao cemitério.  A primeira parada foi no Bar do Boiadeiro, na Avenida Monsenhor Clovis, o Bar da Sinuca, onde Pedrosa ia todos os dias conversar com os amigos. Lá também foi feita uma homenagem com fogos, discursos e demonstrações de carinho. A segunda parada foi em frente à casa da mãe do prefeito, depois na Praça Basiliano Sarmento, uma das principais obras de Pedrosa.

    Também foi feita uma parada em frente à casa do prefeito, local onde residia com a sua família há 20 anos. Na porta do cemitério o deputado afastado Nelito Gomes de Barros (PMN) fez uma homenagem ao amigo e  pediu ao grupo que permaneça unido. Nelito aproveitou para fazer um discurso e campanha para seu candidato, Areski Freitas (PTB).

    SIMPLICIDADE

    Para o deputado federal Olavo Calheiros (PMDB), a morte de Pedrosa foi uma perda muito grande para União e Alagoas. “Ele é filho de União e aqui foi seu mundo, onde nasceu e viveu. Pedrosa não dormia fora da cidade”, observou Olavo.

    O deputado federal Augusto Farias disse que uma particularidade do prefeito palmarino  foi a de nunca ter mudado quando se tornou político. “Ele era uma pessoa simples, era o gerente da usina e não mudou nunca como político; poucas pessoas têm essa virtude de permanecer assim na política”, observou.

    Segundo Farias, as pessoas são uma coisa e quanto entram  na política se modificam, ficam diferentes. “Pedrosa não foi assim, não mudou, ele sempre foi coerente com seus princípios e posições políticas e era um cidadão. Eu vim para o enterro pelo cidadão que é o Zé e ele vai fazer muita falta. Uma das qualidades dele era a gratidão”, complementou Augusto Farias.

    Durante a cerimônia religiosa o ex-vice e agora prefeito de União dos Palmares, Areski Freitas, disse que conheceu José Pedrosa há 20 anos, mas que se tornou seu irmão há quatro. “O coração dele era maior e isso é possível observar em cada esquina e em cada rua da cidade. União perde a sua maior liderança de todos os tempos e eu vou dar prosseguimento ao seu trabalho; vai ser difícil para mim, vou fazer o que posso”, destacou.

    O prefeito Paulo Roberto  (Neno), de São José da Laje,  destacou que a morte do chefe do Executivo  de União dos Palmares foi uma perda enorme, irreparável para a cidade. “Pedrosa tinha um coração afetuoso para os mais carentes, os mais pobres e o que aconteceu foi lamentável”.

    A esposa de José Pedrosa, Rosário Pedrosa, agradeceu a todos que se fizeram presentes e em cada parada do evento ela aproveitava para fazer um discurso conclamando a todos para dar continuidade ao trabalho do marido falecido. Disse que Pedrosa queria fazer muito mais pela cidade e que era preciso dar continuidade a isso. “Quero agradecer a todos, do carroceiro ao verdureiro, às autoridades e amigos por tudo o que fizeram por ele”, disse ela.

    O vereador afastado Gilson Correia (Gilsinho) disse que a morte do prefeito é irreparável pela perda que vai causar à cidade e pelo político que ele era. “Não tenho nem palavras para dizer, mas ele deixou o povo órfão. Eu tinha mais que amizade por ele, era uma relação de pai e filho e que Deus proteja essa família”, disse Gilsinho, que é candidato a vereador nas próximas eleições pelo PTB.

    Gilsinho observou que o afastamento dos vereadores do município, por infidelidade partidária,  foi uma das coisas que tinha deixado o prefeito muito triste, porque tinha sido ele quem tinha pedido para irem para o partido. “Só sabe quem era o Zé quem convivia com ele, o pai da pobreza”, lamenta.  

    Outra amiga que falou da importância do prefeito falecido para a cidade foi Jacy Lúcia Galvão, ex-secretária de Turismo do município. Ela disse que Pedrosa para União dos Palmares  “representou a queda do medo do poder para qualquer pessoa. Era difícil se ter acesso à prefeitura, ao gabinete ou aos políticos, antigamente. Com Pedrosa isso mudou; eu digo que foi uma  mudança de paradigma,  porque ele recebia todo mundo no gabinete. Ele era amigo das pessoas menos favorecidas; o gabinete dele era público e ele parecia muito mais mestre de obra do que prefeito, porque acompanhava tudo de perto, do começo ao fim”, finaliza Jacy Lúcia.

     



    Escrito por Olívia de Cássia às 23h13
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    UNIÃO DOS PALMARES

     

    Foto: Site Tudo na Hora

    José Pedrosa estava em seu segundo mandato na Prefeitura de União dos Palmares

    _____________________________________________________

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    Município decreta luto pela morte  do prefeito José Carrilho Pedrosa

     

    Olívia de Cássia

    Repórter

     

             O prefeito de União dos Palmares, José Carrilho Pedrosa (PTB), será sepultado na manhã de hoje, no cemitério da cidade. O corpo de Pedrosa está sendo velado desde ontem, na sede da prefeitura municipal.  Pedrosa, que tinha 55 anos e cumpria seu segundo mandato, morreu de enfarte fulminante, na madrugada de ontem, a caminho do Hospital São Vicente de Paulo, segundo o vice-prefeito, Areski Freitas, que disputa o cargo de prefeito nas eleições deste ano.

             “A esposa dele, Rosário, notou que ele estava tendo um ataque, às quatro da manhã, com um ronco diferente; colocou um remédio embaixo da língua dele e telefonou solicitando socorro, mas a caminho do hospital ele morreu, disse Kil, como é conhecido o vice-prefeito.

             Areski contou que teve que assumir a prefeitura de União dos Palmares às pressas, ontem à tarde, porque tinha que assinar os documentos. “Assinei os documentos, inclusive um decretando luto na cidade no dia de amanhã (hoje). Vai ser muito difícil para mim assumir o lugar do Zé, porque ele era muito mais que um amigo”, disse.

             Areski observa que o prefeito José Pedrosa vinha fazendo um trabalho sério na cidade e que agora terá a responsabilidade dobrada.

             “Vou ter que fazer pelo menos parecido com o que ele vinha fazendo em União, pois Pedrosa era mais que um correligionário. Tínhamos um relacionamento de parentes, ele me colocou na sua família e está sendo muito difícil para mim”, disse Areski, emocionado.

             A morte de José Pedrosa pode provocar modificações no cenário político de União para essas eleições. Disputam a prefeitura, além de Kil, Beto Baía (PP) e José Carlos Leão (PSOL).

    VEREADORES

    Na próxima terça-feira, a Câmara de Vereadores de União dos Palmares voltará do recesso parlamentar. Seis vereadores da bancada governista foram afastados por infidelidade partidária. Areski Freitas afirma que ainda não está sabendo se os suplentes vão assumir de imediato, mas acredita que ainda vão restar duas vagas em aberto.

    “Ainda não sei bem como vai ser, só sei que vão ficar duas vagas”, explica. Os vereadores da bancada do prefeito que foram afastados são: Gilson Correia (Gilsinho), Fabian Holanda, Zito Branco, José Cícero Almeida de Siqueira (Cícero Almeida), Wellington Ferreira e Joaquim de Brito.



    Escrito por Olívia de Cássia às 00h16
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    Matriz de Santa Maria Madalena depois da reforma

     

     

    União dos Palmares

     

    Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

    Jornalista

     

    As primeiras habitações do município de União dos Palmares surgiram no século XVIII, num povoado chamado "Macacos", à margem esquerda do rio Mundaú. O português Domingos de Pino construiu a primeira capela do local e dedicou  a Santa Maria Madalena. A povoação passou a ter o nome da padroeira.

    O crescimento do lugarejo provocou seu desmembramento do município de Atalaia, em 13 de outubro de 1831, por meio de decreto governamental. Em seguida foi criada a Vila Nova Imperatriz. Elevada à categoria de cidade pela Lei 1.113, de 20 de agosto de 1889.

    A denominação "União" surgiu com o Decreto 46, de 25 de setembro de 1890, e teve origem no fato de a cidade ser o elo entre as estradas de ferro de Alagoas e Pernambuco. Em 1944, ocorreu a mudança definitiva para "União dos Palmares", homenageando o Quilombo, que permaneceu na região por quase um século.

    Foi em União dos Palmares mais precisamente na Serra da Barriga (uma das atrações turísticas da cidade) que os negros rebelados contra a escravidão construíram a República Independente do Quilombo dos Palmares, o símbolo do anseio e da resistência negra pela liberdade, tendo como líder maior o negro Zumbi, imortalizado numa estátua no alto da serra e agora com a construção do Parque Memória Quilombo dos Palmares.

    Em União o museu Maria Mariá está fechado. É uma casa antiga que foi de propriedade da jornalista, escritora e professora Maria Maria de Castro Sarmento. Na cidade também tem  a casa do poeta alagoano Jorge de Lima - reconhecido nacionalmente como o príncipe dos poetas- hoje centro cultural da cidade.

    O calendário de festividades da cidade já foi muito extenso: Festa da padroeira, Santa Maria Madalena, carnaval, Semana Jorge de Lima,  Festa do Milho, semana do Folclore, Emancipação política e a Semana da Consciência Negra, entre outros eventos.

    No mês de outubro os palmarinos vão ter a oportunidade de eleger mais um governante. Os candidatos que concorrem ao pleito são: Areski Freitas (PTB), que atualmente é o vice-prefeito e vai ter candidato a vice Adeildo da Farmácia; candidato da oposição Beto Baía (PP) que terá como vice dr. Paulo do PT. Além desses dois principais candidatos também vai concorrer pelo PSOL José Carlos Leão.

    União tem fama de ser uma cidade violenta e é necessário que o candidato que for vitorioso desenvolva mecanismos de combate a esse mal que assola o País. Falta políticas públicas de segurança para a cidade, falta ocupação para a juventude que na ociosidade se entrega ao vício e às facilidades que a mente vazia atrai. Espero que aquele que for eleito consiga desenvolver melhorias para a cidade que um dos principais municípios do Estado.

    Foi nessa cidade que amo tanto que nasci e me criei; ali vivi as mais belas experiências de adolescente à época em que morei lá. Gosto muito da minha terra e gostaria de vê-la despontando no turismo nacional e internacional. Afinal tem tudo: uma rica história, solo fértil, belezas naturais e falta apenas de vontade política e interesse em vê-la progredindo.

    O prefeito que se eleger em outubro ainda vai contar com o apoio do governo Lula, na implementação das políticas públicas do governo federal. É muito dinheiro que o governo destina para saúde, saneamento e habitação, é preciso só ter coragem e força  e que o governante eleito aplique corretamente os recursos que chegam.



    Escrito por Olívia de Cássia às 17h11
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    Matheus, meu bebê Johnson mais lindo que já está com cinco meses. Êita sobrinho-neto mais gostoso é esse...

     



    Escrito por Olívia de Cássia às 13h32
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    FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS

    Pra Agitar o Brasil

    Movimento prepara Semana de Luta em defesa do diploma e da regulamentação
     
    A FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas preparam para agosto a Semana Nacional de Luta em Defesa do Diploma e da Regulamentação. O movimento, que conquista novos apoios diariamente, busca sensibilizar o Supremo Tribunal Federal pela rejeição do Recurso Extraordinário (RE) 511961, que questiona a exigência do diploma como requisito para o exercício da profissão.

    De 11 a 17 de agosto serão promovidos atos de norte a sul do país. Atendendo à convocação da Coordenação da Campanha, vários Sindicatos já marcaram atividades. Nos três estados do Sul, os eventos serão no dia 13 de agosto. No RS, 14 cursos de comunicação preparam, junto com o Sindicato dos Jornalistas, eventos para o retorno das aulas nas universidades. Em SC também há preparativos para atos em 5 faculdades. E no PR, haverá definições ainda nesta semana.

    No Nordeste, o Sindicato do CE quer promover ações conjuntas dos profissionais com os cursos e estudantes durante toda a semana. Mas a programação se concentrará num ato público no dia 13 de agosto. Em PE, haverá pronunciamento no retorno das atividades na Assembléia Legislativa no dia 1º de agosto. Também está prevista uma manifestação pública no dia 13, que contará com diversas entidades e instituições.

    Já no Centro-oeste, o Sindicato dos Jornalistas de Goiás, que promove o 5º Congresso Estadual dos Jornalistas de 15 a 17 de agosto, anunciou que, além de atividades no retorno às aulas, fará da abertura do congresso estadual, no dia 15, um ato público em defesa do diploma e da regulamentação.

    A coordenação da campanha lembra que é importante prosseguir com o movimento de envio de mensagens para sensibilizar os 11 ministros que julgarão o Recurso Extraordinário (RE) 511961. Informa, também, que além das artes para produção de outdoor e anúncio impresso que já foram enviadas aos Sindicatos, está preparando "spots" e “VT” da campanha para veiculação em rádios e TVs (universitárias, educativas, culturais, comunitárias) parceiras do movimento.

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    Escrito por Olívia de Cássia às 11h58
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    Em defesa do diploma para jornalistas

     

     

    Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

    Jornalista

     

    Está em pauta no Supremo Tribunal Federal o processo - (RE) 511.961 - que questiona a exigência da formação específica para o exercício do Jornalismo, depois de uma longa tramitação. O projeto deve ser julgado ainda este ano e é motivo de preocupação e debate em toda a categoria em nível nacional. Este é, com certeza, o momento mais importante nesta longa guerra de exatos 70 anos em defesa da regulamentação profissional dos jornalistas, segundo o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo de Andrade.

    No fim de semana passado, jornalistas alagoanos estiveram reunidos em congresso estadual, na cidade de Arapiraca, e discutiram, entre outros assuntos, a defesa do diploma de jornalismo. A não-obrigatoriedade do diploma vem sendo defendida há muitos anos por meios de comunicação como o jornal Folha de S. Paulo que tem em seus quadros pessoas que não têm a habilitação profissional e que se arvoram em fazer campanha ferrada contra o diploma para que se exerça o cargo em jornais, TVs, assessorias e outros meios.

    O argumento de que o documento ameaça a liberdade de expressão é infundado. O diploma legitima o profissional apto a exercer a profissão, após carga acadêmica específica para tal. O jornalista por formação, esse sim, é o que garante o direito à liberdade de expressão e eu comungo da luta dos jornalistas brasileiros pela sua permanência.

    No congresso de Arapiraca, quando foi criado o Comitê Estadual em Defesa do Diploma e da Retgulamentação Profissinal,  os jornalistas de Alagoas, comandados pelo sindicato da categoria, tendo à frente a jornalista Valdice Gomes, reafirmaram a importância do diploma para a sociedade e avaliaram  que a imprensa tem um papel fundamental na divulgação dos resultados efetivos das ações de combate à corrupção. A tese defendida pela Federação Nacional dos Jornalistas e  pelo Sindicato dos Jornalistas de Alagoas é acertada e conta com nosso apoio.  

    A não-regulamentação da profissão de jornalista contribui para a construção de um abismo entre a ética e a informação. É claro que ética e comprometimento com a informação não se adquire automaticamente ao cursar a universidade de jornalismo, depende muito do caráter de cada indivíduo. Porém, a universidade dá o sustento teórico e prático de como um jornalista deve agir diante dos fatos ocorridos. “O Jornalista é aquele que dá o resultado concreto, não é o que gerda fatos e factóides”, como falou o procurador-gerral de Justiça do Estado, Coaracy Fonseca, em texto distribuído para a imprensa pelo sindicato.

    O Ministério Público de Alagoas e demais instituições que já se manifestaram contra a desregulamentação da nossa profissão, o fazem porque sabem o quanto é importante a formação superior para garantia do direito da sociedade à informação com qualidade. Não queremos retornar a um tempo em que o acesso ao exercício do Jornalismo dependia de relações de apadrinhamentos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social da mídia, como ressaltou a presidente do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas, Valdice Gomes.

             A regulamentação da profissão ocorreu na década de 70, quando foram criados os cursos de Jornalismo no País. Em um manifesto recente à nação, a Fenaj advertiu que “é falacioso o argumento de que a obrigatoriedade do diploma ameaça as liberdades de expressão e de imprensa, como apregoam os que tentam derrubá-la. A profissão regulamentada não é impedimento para que pessoas – especialistas, notáveis ou anônimos – se expressem por meio dos veículos de comunicação. O exercício profissional do Jornalismo é, na verdade, a garantia de que a diversidade de pensamento e opinião presentes na sociedade esteja também presente na mídia”.

     



    Escrito por Olívia de Cássia às 13h39
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    Mulheres representam apenas 10% dos candidatos a prefeito

     

    Mesmo sendo maioria (51,8%) entre os eleitores, as mulheres representam apenas um em cada dez candidatos a prefeito nas eleições deste ano. Dos 15.231 postulantes ao cargo que pediram registro de candidatura ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até domingo à noite, apenas 1.579 (10,3% do total), são do sexo feminino.

     

    A estrutura partidária e questões culturais são apontadas como entraves a mudanças significativas neste cenário. "As mulheres romperam barreiras no mercado e escolaridade, mas espaços de poder são a última fronteira", diz Sônia Malheiros, subsecretária de Articulação Institucional da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

     

    "Há resistências também dentro dos partidos para capacitar as mulheres, porque, para elas entrarem, os homens terão de sair", diz.

     

    Obstáculos dentro dos partidos são também apontados pela UBM (União Brasileira das Mulheres) como razões que explicam essa realidade.

     

    A subsecretária diz, porém, que a participação das mulheres nas eleições tem aumentado. Em 2000, diz, eram apenas 7,5% do total de candidatos às prefeituras e, em 2004, 9,4%.

     

    Presidente do Mulher Democratas e única candidata à Prefeitura de Palmas (TO), a deputada Nilmar Ruiz (DEM) afirma que, como a maioria dos cargos de poder está nas mãos de homens, eles conseguem mais facilmente apoio financeiro para lançar candidaturas.

     

    Para a mudança dessa realidade, Ruiz defende o financiamento público de campanha e a criação de leis e programas de conscientização para incentivar a participação das mulheres na política desde a escola.

     

    Nove dos 26 estados não terão candidatas nas capitais (AC, AM, BA, ES, GO, MA, MT, RO, RR). Já Porto Alegre terá quatro mulheres entre oito candidatos. Das 29 candidatas pelas capitais, 23 são de partidos que se dizem de esquerda, entre os quais seis são do PT.

     

    Segundo a secretária de mulheres do PT, Laisy Morière, mulheres representam 30% da direção nacional e estaduais, o que amplia a participação de candidatas nas eleições.

     

    Já o PSDB afirma que 20,9% de seus candidatos nas eleições deste ano são mulheres.

     

    O Sul é a região onde a proporção de mulheres que tentam vaga à prefeitura é menor (7,8%). O Nordeste tem mais mulheres na briga: 13,3%, enquanto São Paulo tem 9,5%.

     

    Ao todo, 78.604 mulheres (20,9%) registraram candidatura por uma vaga de prefeita, vice-prefeita ou vereadora.

     

    Isso acontece porque, pela lei, os partidos devem reservar 30% das vagas entre candidatos à disputa proporcional para um dos sexos --como não há punição, a cota quase nunca é obedecida pelas siglas.

     

    Fonte: Agência Folha 



    Escrito por Olívia de Cássia às 13h25
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    Fotos: Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

    Bruninho... o aniversariante...

    Meu irmão Petrônio....

    Convidadas....

    Pedro, Maria e tia Josefa....

    Fotos do aniversário de um ano de Bruno Henrique (Bruninho)

     



    Escrito por Olívia de Cássia às 00h26
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    Presidente da Comissão de Ética da Fenaj faz palestra em encontro da Seplan

     

     

    Carmen Pereira, presidente da Comissão Nacional de Ética da Fenaj

     

    Em Alagoas para participar, como palestrante, do 18º Congresso Estadual dos Jornalistas, que acontece neste final de semana, em Arapiraca, a presidente da Comissão Nacional de Ética da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), a jornalista carioca Carmen Pereira faz palestra na manhã desta sexta-feira para assessores de imprensa da Comunicação do governo do Estado, numa iniciativa da Secretaria do Planejamento e do Orçamento, dentro do projeto "Encontros Seplan", com participação também de servidores da secretaria.

    Carmen Pereira vai falar sobre "Assessoria e o Código de Ética", às 10 horas, no auditório da Seplan, ressaltando o papel e a responsabilidade do exercício profissional no setor público, e chamando a atenção para a prática histórica neste segmento em nível de país. "Infelizmente, não tem sido muito recomendável, e aí entre questões como censura, suborno, tentativa de controle da informação", observa. "Acho ótimo que aqui haja uma preocupação com uma outra postura", diz. 

    Ela lembra que o atual Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros já reflete as implicações e responsabilidades do assessor de imprensa. Cita por exemplo o artigo 12, onde está posto que na cobertura jornalística, antes da divulgação dos fatos, deve-se ouvir sempre o maior número de pessoas e instituições envolvidas. "Há artigos específicos que tratam da questão do assessor", adverte. "A responsabilidade do assessor, no serviço publico, é muito grande", ressalta. 

    Carmen disse ainda que uma das demandas da Fenaj é a divulgação do código de ética. E que para isso, a comissão tem trabalhado junto aos sindicatos da categoria em todo o país, no sentido de que capilarizem as informações não somente entre os profissionais, mas nos cursos de Comunicação. "A academia é um espaço privilegiado para discussão e reflexão", diz, lembrando que para esse fim a Fenaj publicou 40 mil exemplares do código.

    Congresso

    No Congresso Estadual dos Jornalistas, a representante da Fenaj fala sobre o tema"Código de Ética dos Jornalistas e Assessorias de Comunicação", em mesa redonda que acontece às 14h30, no auditório do Sebrae, de Arapiraca. 

    O congresso será aberto às 20 horas desta sexta-feira. Em seguida acontece a conferência "200 Anos da Imprensa no Brasil, 100 anos da ABI". Também serão temas do encontro "Mercado de Trabalho e Formação Profissional" e " Combate à corrupção: o papel da imprensa".  (Fonte: site Tudo na Hora)



    Escrito por Olívia de Cássia às 10h09
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    Pesadelos constantes causam desconforto e deixam sensações incômodas

     

    Olívia de Cássia

    Repórter

     

    Fotos: Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

    O médico Djalma Gomes Ribeiro Sobrinho é especialista do sono...

    Exame feito no Hospital Sanatório detecta problemas do sono...

    O paciente é acompanhado e monitorado pelo computador...

    Igor sofre com os pesadelos e diz que eles afetam sua vida..

    Fátima Marques diz que sonha com coisas ruis e às vezes essas coisas acontecem....

     

             Ter pesadelos constantes não é confortável para ninguém e segundo os especialistas, na maioria das vezes, eles nos deixam com sensações incômodas como suores noturnos, taquicardia, medo e proporcionam alguns transtornos familiares. É o caso de Igor Luiz Rodrigues, 23 anos, estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Ele diz que seus pesadelos acontecem muito mais quando dorme com o quarto fechado, pois quando acorda fica apavorado e sai correndo pela casa.   

    Igor Luiz diz que tem medo do escuro e de lugares fechados e conta que fica apavorado:  “acordo assustado e gritando e não lembro o que aconteceu quando acordo”. Ele conta que o convívio com a família se torna difícil porque as pessoas sempre pensam que está acontecendo uma coisa mais grave com ele. 

    Igor mora com os primos em uma casa no Centro de Maceió e diz que quando os pesadelos acontecem todos ficam incomodados. “Quando eu tenho os pesadelos acordo todo mundo e isso é muito ruim pois incomoda as pessoas”, fala.

    Fátima Marques é funcionária pública, tem 50 anos e diz que tem muitos pesadelos e acorda chorando quando  isso acontece. Ela destaca que às vezes sonha que fatos ruins vão acontecer com algumas pessoas amigas e que o seu sonho termina acontecendo de verdade. Fátima explica que certa vez sonhou com a morte de um rapaz que ela conhecia e isso veio a acontecer realmente. A funcionária pública observa que ficou  com medo desses sonhos.

    Ela diz que por conta dessa preocupação com seus pesadelos começou a rezar muito e esses sonhos ruins desapareceram. “Agora só lembro o que sonhei quando meu marido me acorda”, explica. Da mesma forma que Igor Luiz, Fátima não procurou um especialista para detectar que tipo de problema ela estava passando para ter tantos pesadelos, mas avalia que os sonhos ruins aconteciam sempre que estava com algum problema e ficava muito preocupada.

    Segundo a psicóloga Silvana Barros, às vezes não está acontecendo nada demais com a pessoa, “mas em alguns momentos está acontecendo algo sofrido ou penoso”. Ela destaca que ter pesadelos de matar alguém, fazer atos ilícitos ou sofrer punições severas, por exemplo, “são montagens aparentes do pesadelo” e seria necessário saber o que está por trás disso e o que isso implica no funcionamento mental do indivíduo.

    Segundo a psicóloga, o sonho prazeroso ou o pesadelo são operações complexas que têm como objetivo satisfazer nossas necessidades específicas, mas não de uma maneira clara e objetiva, mas nebulosa, “pois o sonho é um teatro que montamos no sono com resíduos diurnos de situações e pessoas para expressar nosso desejo que não encontrou espaço na vida de vigília”.

    Para o dr. Djalma Gomes Ribeiro Sobrinho, especialista em Medicina do Sono, é importante diferenciar pesadelo de terror noturno. Segundo o médico, pesadelo é um sonho com forte conteúdo emocional, geralmente desagradável e sempre acontece na segunda metade do sono; o paciente, quando acorda, lembra o que aconteceu “e todo mundo tem, é normal no desenvolvimento humano. Só não é normal quando é repetitivo e chega a transformar a vida das pessoas”, observa.

             Já o terror noturno, de acordo com o dr. Djalma Gomes Ribeiro, “geralmente acontece logo depois que a pessoa dorme e acorda gritando, agitado e quando acorda não lembra o que aconteceu”.  O especialista destaca que os pesadelos são mais comuns na infância, até os 12 anos. “a partir daí começa a diminuir a freqüência”, diz.

             Quando os pesadelos se tornam constantes na vida de uma pessoa o médico aconselha que o melhor a ser feito é procurar tratamento, pois eles podem ter várias causas. Djalma Gomes afirma que o normal é um ser humano adulto ter um a dois pesadelos por ano. “Qualquer transtorno emocional pode aumentar a freqüência dos pesadelos e o estresse é um deles”, destaca.   

    Esse transtorno à família colocado pelo doutor Djalma afeta a qualidade de vida da pessoa e a deixa nervosa e incomodada. Ele diz que há casos em que o paciente precisa dormir no hospital para ser monitorado por profissionais que vão detectar que tipo de problema acomete o paciente. Em Alagoas o médico realiza esse tipo de tratamento no Hospital Sanatório, no bairro do Farol.  

    EXAMES DURANTE O SONO

    Diversos recursos auxiliares podem ser utilizados para avaliação direta e indireta de normalidade da vigília e sono dos pacientes.  Djalma Gomes Ribeiro afirma que alguns destes exames são realizados em vigília e outros são avaliados apenas durante o sono. “A polissonografia (PSG) é a denominação de um conjunto de exames que registram simultaneamente diferentes variáveis biológicas durante o sono. Dessa forma o paciente será monitorado durante toda a noite e assim é possível verificar, pelo computador, que tipo de transtorno ele tem”, explica. 

    O especialista observa que esses sensores monitoram o esforço respiratório por meio de cinta torácica e abdominal e “permite a diferenciação entre apnéia central e obstrutiva”. Já o sensor de áudio registra palavras e ruídos emitidos por meio de microfone. “Nesse caso detecta ronco, assim como as expressões de medo no terror noturno e de outras parassônias”, destaca.

             Segundo o médico, no último congresso da Associação Brasileira do Sono, o tema pesadelo foi abordado e discutido. A avaliação é a de que em todas as formas de pesadelos o melhor tratamento é a psicoterapia, pois ela vai tratar a causa; “já o terror noturno, quase sempre precisa de tratamento medicamentoso e psicológico porque há um transtorno à família e ao paciente”, explica.

             Para a psicóloga Sonja Camelo, em termos gerais o sono saudável produz ao indivíduo melhor qualidade de vida em qualquer idade. “Na infância e na adolescência o sono promove a liberação de hormônios do crescimento; ocorre também um bom funcionamento do sistema nervoso”, explica. De acordo com a especialista, o pesadelo constante é a vivência repetida de sonhos que vem carregada de medo e ansiedade. “É uma experiência muito intensa, onde os conteúdos dos pesadelos estão sempre relacionados à ameaça à vida, a sua segurança e à auto-estima.

    Sonja Camelo observa que aconteceram muitas mudanças nos hábitos do homem na sociedade atual e isso promoveu uma diminuição de horas de sono: trabalho noturno, internet, estudos noturnos, pessoas que têm vida social intensa, entre outros. Ela  observa que o importante “é estar atento e observar o quanto o sono foi reparado, para não ser causa desencadeante do distúrbio do sono, motivo pelo qual provoca um sofrimento emocional significativo na vida da pessoa, seja ela de que idade for”, conta.

    O tratamento, segundo Sonja Camelo, vai depender muito de cada caso específico, ou seja, da causa do problema, mas o importante é procurar profissionais da saúde como um psicólogo, realizando um trabalho psicoterápico para trabalhar algumas mudanças de hábitos ou fatores emocionais que desencadearam esses distúrbios.

     

     



    Escrito por Olívia de Cássia às 00h17
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    Grupo Baque Alagoano...

    Rômulo Fernandes é integrante do grupo e toca alfaia...

    BAQUE ALAGOANO 

    Ritmos que encantam

     

    Olívia de Cássia

    Repórter

     

             O Grupo Percussivo Baque Alagoano surgiu a partir de uma oficina ministrada pelo músico e artesão Wilson Santos, no Cenarte, em Maceió, no mês de março do ano passado. A oficina reuniu cerca de 50 pessoas de diversas idades e profissões que tinham em comum a necessidade de um espaço onde pudessem batucar e trocar idéias sobre os ritmos populares da região Nordeste como o maracatu, coco, baianas de Alagoas, bumba-meu-boi, guerreiro alagoano, entre outros.

             O Baque Alagoano tem 31 componentes e segundo Rômulo Fernandes, integrante do grupo que toca alfaia (tambor grande), logo nos primeiros encontros os participantes da oficina perceberam a necessidade de unir esforços em torno da formação de um grupo de percussão. “A idéia era fazer com que o projeto sensibilizasse outras pessoas quanto a importância da cultura popular e afro do nosso Estado e do Nordeste. Assim, começamos a nos reunir periodicamente para concretizar nosso objetivo e a partir dessas reuniões, no mês de abril do ano passado, o grupo foi criado”, conta.

             O grupo de percussão faz uma incursão pelos ritmos da cultura popular e afro-nordestina. A maioria dos instrumentos utilizados é confeccionada artesanalmente pelo percussionista Wilson Santos, “o que proporciona identidade sonora e uma estética personalizada”, diz Rômulo.

    O Baque ensaia todos os sábados, no Sítio Ativo, perto do clube Eco Park, na Serraria. O trabalho de pesquisa e criação musical tem raízes fincadas na cultura popular regional, procura fazer uma releitura dos ritmos tradicionais alagoanos, “respeitando a tradição e com consciência dos efeitos transformadores da contemporaneidade”, explica.

    Rômulo Fernandes observa que fez contatos com o pessoal de Pernambuco e entrou numa comunidade do Orkut onde conheceu o músico Ivaldo Marciano, que é mestre do Cambi da Estrela um grupo de maracatu-nação do local. Ele ressalta que há uma diferença entre o maracatu que o Baque Alagoano faz e o maracatu-nação de Pernambuco. “O maracatu-nação é mais fechado e tem a religiosidade afro em sua formação”, diz ele.  

    A batida forte e contagiante dos tambores de som grave é característica marcante do Baque Alagoano, que com pouco tempo de formado já ganhou o prêmio Zumbi dos Palmares no evento produzido pela revista Salada Magazine, no dia 4 de julho. Além das alfaias, o grupo utiliza o agogô, o xequerê, o gonguê, o atabaque, o djambê, e outros instrumentos de percussão pertinentes à cultura alagoana.

             Rômulo Fernandes conta que a proposta do grupo vai além da pura combinação de batuques em sala fechada. “Periodicamente o Baque realiza ensaios abertos com o objetivo de divulgar os ritmos regionais para um público mais abrangente”. Ele acrescenta que o trabalho desenvolvido pelos componentes do grupo “é voltado para a pesquisa do desenvolvimento histórico e antropológico de nossas raízes musicais e tem conseguido levar aos locais onde tem se apresentado um verdadeiro resgate de valores e símbolos da nossa musicalidade atemporal”, conta.

    O Baque Alagoano já se apresentou no Centro de Convenções de Maceió, em feira realizada no local, no Museu Théo Brandão, no Mirante do Jacintinho e na Associação de Moradores do Vergel, além de escolas de Maceió. Segundo Rômulo, o objetivo dessas apresentações em lugares variados é alimentar na sociedade alagoana o conhecimento dos ritmos do nosso Estado e incentivar para que mais pessoas façam parte desse projeto sociocultural do grupo.

    “Nós trabalhamos com pessoas que vivem em situação de risco, levando a dança, a música e a confecção dos instrumentos por meio de oficinas”, explica.  Além disso, o Grupo Percussivo Baque Alagoano pretende formar multiplicadores e aprimorar as técnicas desenvolvidas. (Texto que será publicado na edição de amanhã da Tribuna Independente)



    Escrito por Olívia de Cássia às 23h41
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