Blog da jornalista Olívia de Cássia  
 
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    Estamos passando por problemas técnicos no outro blog também...



    Escrito por Olívia de Cássia às 19h42
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    Por questão técnica tive que formatar outro blog com novo endereço por conta de que este espaço está esgotado. Favor digigir-se ao novo endereço: http://oliviajornalista.zip.net/



    Escrito por Olívia de Cássia às 14h49
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    O endereço do meu novo blog é http://blig.ig.com.br/oliviadecassia/

    Comunico aos meus leitores que fiz outro blog porque fui informada de que não disponho mais espaço por aqui. Espero ter a mesma atenção de todos.



    Escrito por Olívia de Cássia às 23h52
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    Endereço do meu fotoblog http://oc.cerqueira.nafoto.net

    Escrito por Olívia de Cássia às 23h21
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    Lula atinge popularidade recorde na cidade de São Paulo, diz Datafolha

     

    da Folha Online

     

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu índice de popularidade recorde na cidade de São Paulo --49%--, segundo pesquisa Datafolha. O resultado faz de Lula o mais importante cabo eleitoral para a candidata petista à Prefeitura, Marta Suplicy.

    Neste sábado, Lula participou de uma carreata e de um comício de apoio à candidatura de Marta. Ele criticou a disputa por sua imagem nas eleições e disse que, em São Paulo, tem "lado": Marta Suplicy. "Eu sou presidente de todos os brasileiros, mas eu tenho lado, e em São Paulo estou do lado de Marta Suplicy para prefeita", disse.

    Pesquisa Datafolha publicada na edição deste sábado da Folha aponta que Marta lidera a disputa pela Prefeitura com 39% das intenções de voto contra 24% de Geraldo Alckmin (PSDB) e 16% do atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição.

    Considerando que a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para menos ou mais, o cenário é estável. 



    Escrito por Olívia de Cássia às 23h09
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    MUDANÇA DE ENDEREÇO:

    Comunico aos meus leitores internautas que  está havendo alguns problemas técnicos e talvez o blog tenha que mudar de endereço e de formato. Caso ocorra a mudança avisarei o novo endereço..

     



    Escrito por Olívia de Cássia às 21h52
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    Falta segurança

     

    Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

    Jornalista

     

             “A violência começa onde há a ausência do poder público”. Essa frase não é minha mais é bem apropriada para o momento que o nosso Estado está vivendo. A vinda do delegado e secretário de Defesa Social, Paulo Rubim, a nomeação do delegado Marcílio Barenco para o comando da Polícia Civil e  a escolha do delegado José Pinto de Luna para a Polícia Federal abriu um leque de esperança para a população alagoana, amedrontada pela violência que assola nosso Estado.    

             Esses três nomes para a segurança pública do Estado acendeu a esperança do alagoano  de que o problema viesse a ser amenizado. No entanto, na prática, parece que não é o que está acontecendo. Os inimigos do bem estão agindo como nunca em Alagoas, mesmo com as tentativas os nossos homens de força.

             No fim de semana a imprensa divulgou que há um plano para matar o delegado Barenco, homem respeitado pela sua ação na polícia, por onde ele passa, ameaçado de morte por costumar cumprir com sua obrigação que é prender marginais e bandidos. Por certo que tem desagradado a alguns poderosos que farão de tudo para desestabilizá-lo.

             A saída, por aposentadoria, do desembargador Antônio Sapucaia, o homem que decidiu pela saída dos deputados acusados de desvio de dinheiro público na Assembléia Legislativa, deixou uma lacuna na Justiça alagoana, mas ele foi devidamente nomeado pelo governador Téo Vilela para assumir o Detran. Começa a fazer mudanças por lá e com certeza já desagradou a quem estava acostumado a fazer falcatrua no setor.

             Estamos em período eleitoral e já é costume no Estado o aumento da violência, assaltos a bancos e intolerância política nessa época. As autoridades precisam ficar atentas para isso também. O alagoano espera ter um pouco de sossego e de paz.



    Escrito por Olívia de Cássia às 13h33
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    Morre a colunista social Maria Cândida Palmeira

     

    Jornalista teria sido vítima de um infarto

     

     Gazetaweb

     

    A colunista social Maria Cândida Palmeira faleceu, na manhã desta quinta-feira (28). Segundo informações de familiares, a jornalista sofreu um infarto fulminante, em casa. Maria Cândida foi colunista social do Jornal Gazeta por mais de 40 anos e estava com uma festa programada para a noite desta quinta-feira, numa casa de eventos, onde comemoraria seu aniversário de 72 anos. O enterro está marcado para as 16h, no Cemitério Parque das Flores.

     

    JORNAL GAZETA

     

    Maria Cândida colaborava com o jornal Gazeta de Alagoas desde jovem, ainda na administração do senador Arnon de Mello. A jornalista produzia uma coluna diária com informações de eventos da sociedade e tinha como marca, uma mensagem de fé e de incentivo para seus leitores.



    Escrito por Olívia de Cássia às 13h17
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    DIA DA ANISTIA

    Em 1º de novembro de 79, começavam a voltar os primeiros beneficiados pela Lei da Anistia

     

         O dia 1º de novembro de 1979 marca a volta dos primeiros brasileiros exilados no exterior pela Ditadura Militar. Eles foram beneficiados pela Lei da Anistia, primeiro ato marcante do governo do general João Batista Figueiredo, e que estava inserido no processo de abertura política "lenta, gradual e segura" iniciada no governo do general Ernesto Geisel.

     

         A luta pela anistia no Brasil havia começado timidamente desde 1968 por meio dos estudantes, jornalistas e políticos e, com o passar dos anos, foi somando adesões de populares. Em todo o País e no exterior foram formados comitês que reuniam filhos, mães, esposas e amigos de presos políticos. O objetivo dessas entidades era a defesa de uma anistia ampla, geral e irrestrita a todos os brasileiros exilados no período mais rude da repressão política. Mas também funcionavam como órgãos de prestação de serviços assistenciais a presos políticos, parentes de desaparecidos ou de pessoas mortas nos porões da ditadura. Funcionando acima dos interesses políticos as entidades alcançaram alto conceito popular. Isso podia ser medido pelos adesivos em favor da anistia colados nos carros dos grandes centros urbanos. Em 1978, foi fundado no Rio de Janeiro o Comitê Brasileiro pela Anistia – uma ampla frente de várias entidades da sociedade civil, com sede na Associação Brasileira de Imprensa.

     

    Diante desses movimentos, o governo encaminhou ao Congresso o seu projeto, em junho de 1979. Antes, ele já havia rejeitado a proposta do partido de oposição MDB, que previa a anistia ampla, geral e irrestrita. O projeto governista atendia apenas parte do apelo nacional, porque excluía os condenados por terrorismo e favorecia os militares, incluindo os responsáveis pelas práticas de tortura.

     

    Plenário ficou lotado no dia da votação da Lei da Anistia

         No dia da votação, em Brasília, cerca de três mil pessoas participavam de um ato público pela anistia irrestrita. Dentro do Congresso Nacional, as galerias eram tomadas pelos populares que vaiavam cada discurso dos representantes da Arena – partido do governo. Por 206 votos contra 201, foi aprovada a anistia "aos crimes políticos praticados por motivação política."

     

         Em 28 de agosto, Figueiredo sancionou a Lei nº 6.683, de iniciativa do governo e aprovada pelo Congresso, anistiando todos os cidadãos punidos por atos de exceção desde 9 de abril de 1964, data da edição do AI-1. O benefício atingiu estudantes, professores e cientistas afastados das instituições de ensino e pesquisa nos anos anteriores. Entretanto, o reaproveitamento de servidores civis e militares ficou subordinado à decisão de comissões especiais criadas no âmbito dos respectivos ministérios para estudar cada caso.

     

         Outra restrição dizia respeito às pessoas condenadas pelos chamados "crimes de sangue", atos terroristas cometidos no período em que grupos de esquerda usaram a luta armada para combater o regime militar. Segundo o Superior Tribunal Militar (STM), havia então 52 presos políticos, dos quais 17 foram imediatamente libertados e 35 permaneceram à espera de uma análise mais demorada dos seus processos. Entre presos, cassados, banidos, exilados ou simplesmente destituídos dos seus empregos, a Lei de Anistia beneficiou 4.650 pessoas, entre as quais os ex-governadores Leonel Brizola e Miguel Arraes, e os ex-líderes estudantis Vladimir Palmeira e José Dirceu.

     

    Fontes: O Estado de São Paulo - Viagem digital pelo século XX -  Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil - CPDOC



    Escrito por Olívia de Cássia às 09h37
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    Campanha promove a presença feminina nas decisões de poder 

     

    A campanha nacional "Mais Mulheres no Poder. Eu assumo esse compromisso!" começou nesta quarta-feira (27) com a distribuição de plataforma eleitoral para candidaturas de homens e mulheres e veiculação de spots de rádio para incentivo à participação política das mulheres. A campanha pretende debater a importância da presença feminina nos espaços de poder e decisão e incentivar todas as candidaturas ao comprometimento com plataformas eleitorais voltadas para a igualdade entre homens e mulheres.

    Na avaliação da deputada Cida Diogo (PT-RJ), a campanha é um importante passo para o avanço das mulheres em busca dos mesmos direitos que os homens. "Essa é mais uma ação oportuna de nós, mulheres, mostrarmos nossa garra e poder de decisão", destacou. Ela ressaltou que o espaço político ainda é muito restrito para o acesso das mulheres. "Avançamos muito nesses últimos anos e temos condições de conquistar ainda mais. Nossa participação no espaço executivo e legislativo ainda é muito carente, mas podemos reverter isso e fazer valer os 30% de mulheres na chapa", disse a deputada.

    Para a deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), a campanha é uma iniciativa valiosa e que merece atenção. "Nós mulheres somos 51% da população, mas na sociedade nossa participação ainda deixa a desejar, principalmente no poder político. Apoio a iniciativa, que tem tudo a ver com as ações do governo para acabar com a desigualdade entre homens e mulheres ", disse.

    A eleição de mais mulheres nos espaços legislativos e executivos municipais é um dos objetivos do movimento, promovida pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) e pelo Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres dos Partidos Políticos, com o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) da Presidência da República.

    De acordo com a União Interparlamentar, organização internacional que congrega os parlamentos dos países, o Brasil ocupa o 142º lugar em relação à presença de mulheres nos parlamentos, num ranking de 188 nações. Com início nas eleições de 2008, a campanha "Mais Mulheres no Poder. Eu assumo esse compromisso!" pretende ser permanente e incidir nos espaços de poder e decisão da iniciativa privada, dos poderes públicos e em áreas estratégicas da sociedade por meio de ações que promovam a participação igualitária, plural e multirracial das mulheres, como determina o II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Agência Informes (www.ptnacamara.org.br)  



    Escrito por Olívia de Cássia às 09h20
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    ASSÉDIO MORAL

     

    Assédio moral é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.

    São mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e anti-éticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização.

    Por ser algo privado, a vítima precisa efetuar esforços dobrados para conseguir provar na justiça o que sofreu, mas é possível conseguir provas técnicas obtidas de documentos (atas de reunião, fichas de acompanhamento de desempenho, etc), além de testemunhas idôneas para falar sobre o assédio moral cometido.

     



    Escrito por Olívia de Cássia às 00h17
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    TRE promove seminário para os profissionais da imprensa

     

    O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE - AL), em parceria com o Sindicato dos Jornalistas, realizará nos dias 2 e 3 de setembro próximo, o I Seminário de Direito Eleitoral para Profissionais da Imprensa, com o objetivo de proporcionar aos jornalistas  os conhecimentos sobre a legislação eleitoral visando a excelência da cobertura das eleições. O evento foi idealizado pela Assessoria de Imprensa do órgão e terá a sua realização a cargo da Escola Judiciária Eleitoral de Alagoas (EJE-AL).

    As inscrições estão abertas a partir de hoje (20). Elas são gratuitas e devem  ser feitas através do e-mail eje@tre-al.gov.br  ou pelo site do TRE-AL: www.tre-al.gov.br.  Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (82)2122-7734. Todas atividades relacionadas ao evento acontecerão no auditório do prédio-sede do tribunal, 6º andar, na Praça Visconde de Sinimbu, Centro, Maceió. O número de vagas é limitado.

    A abertura do seminário (às 9 horas do dia 2) será presidida pelo presidente do TRE-AL, desembargador Estácio Luiz Gama de Lima. Em seguida, haverá a palestra sobre o atual panorama político de Alagoas pelo jornalista Enio Lins. Na manhã do primeiro dia ocorrerão também as palestras da procuradora regional eleitoral Niedja Kaspary, que falará acerca dos crimes eleitorais e penalidades, e do especialista David Azevedo, coordenador da Coordenadoria de Registros Partidários, Autuação e Controle de Feitos, da Justiça Eleitoral, que falará a respeito dos termos utilizados no setor.

             Na parte da tarde do mesmo dia, os assuntos abordados serão: Mídia e Direito Eleitoral, Abuso do Poder Econômico, Candidatura Eleitoral e Vida Pregressa do Candidato e Jornalismo Político em Alagoas, pelo assessor jurídico da presidência do TRE, Rodrigo Ferreira; juiz federal e ex-corregedor regional eleitoral, Leonardo Resende Martins; juiz do TRE, Manoel Cavalcante de Lima Neto, e jornalista Valmir Calheiros, da Assessoria de Imprensa do tribunal, respectivamente.

             A programação do último dia do seminário será desenvolvida das 9 às 11h30, com exposição e discussão em torno dos assuntos Propaganda Eleitoral – restrições e novidades para as eleições 008, pelo advogado e juiz substituto do pleno do TRE, Everaldo Patriota; Denúncia na Justiça Eleitoral e a Atuação da Polícia Federal nas Eleições, pelo juiz federal e corregedor regional eleitoral André Luís Maia Tobias Granja; O papel dos profissionais da imprensa no processo eleitoral- jornalista Nelson Ferreira; e A Comunicação a Serviço da Democracia, pela juíza do TRE-AL e diretora da Escola Judiciária Eleitoral de Alagoas, Ana Florinda Dantas.

             O referido seminário é a primeira iniciativa, em toda a história do Poder Judiciário Eleitoral alagoano, voltada exclusivamente para esse segmento da área das comunicações em Alagoas e realizada em um ano de eleições. E conta com o apoio do Sindicato dos Jornalistas, que, por solicitação da instituição promotora, contribuiu para a escolha da maioria dos assuntos previstos na programação, mediante consultas aos associados. (Fonte: Sindjornal)

     



    Escrito por Olívia de Cássia às 11h09
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    JORNALISTAS

    Carta de São Paulo

     

    Os jornalistas brasileiros, reunidos no 33º Congresso Nacional da categoria, realizado na cidade de São Paulo, de 20 a 24 de agosto de 2008, para discutir o tema O Jornalismo, o mundo do trabalho e a liberdade de imprensa, manifestam publicamente à Nação brasileira a preocupação com os constantes ataques à profissão de jornalista, à democracia na comunicação e à liberdade de expressão e de imprensa.

    No momento em que se comemoram os 200 anos de imprensa no Brasil, o direito da sociedade brasileira de ter acesso à informação de qualidade, plural e democrática está seriamente ameaçado pela mais contundente ofensiva de desregulamentação da profissão dos jornalistas: a tentativa de eliminar a exigência da formação específica em Jornalismo para o exercício profissional.

    O ensino superior em Jornalismo é o alicerce sobre o qual se constitui legalmente a profissão há quase quarenta anos. É uma conquista da categoria e da sociedade brasileira, fruto de um século de luta pela qualificação e pela consolidação do jornalismo como uma atividade de interesse público e um instrumento de fortalecimento da democracia.

    Os jornalistas denunciam publicamente a tentativa de grande parte dos empresários dos meios de comunicação de confundir a opinião pública quanto à importância da regulamentação de nossa profissão. Na verdade, o jornalista atua como um mediador das diversas opiniões que constituem a esfera pública contemporânea e, por dever ético, não expressa opinião pessoal nas notícias e reportagens que produz.

    A mesma tentativa de manipulação se dá em relação ao Conselho Federal de Jornalistas que, além de constituir uma instância de organização profissional, a exemplo de outras categorias, é um mecanismo a serviço da sociedade para garantia do exercício ético da profissão.

    O 33º Congresso Nacional dos Jornalistas, em decisão histórica, aprovou a criação da Comissão Nacional pela Igualdade Racial e selou um compromisso pela superação de todas as formas de assédio e discriminação no ambiente de trabalho e social.

    Os jornalistas brasileiros também repudiam as diversas formas de aviltamento da profissão, que se manifestam na sobrejornada, no acúmulo de funções, na desvalorização salarial, na terceirização de serviços, no desrespeito à condição de autor e na perda dos direitos sociais e trabalhistas pela contratação de jornalistas como pessoa jurídica.

    A precarização das relações de trabalho é uma prática que não espelha a realidade econômica das empresas de comunicação que, ano após ano, vêm apresentando lucros.

    O problema se agrava com a oligopolização da comunicação no Brasil. Oito famílias e grandes corporações controlam a grande mídia nacional. A concentração dos meios de comunicação, facilitada pela propriedade cruzada, não apenas reduz postos de trabalho e obriga o jornalista a produzir para diversos veículos do mesmo grupo empresarial, mas restringe o direito da sociedade à pluralidade de informações.

    Diante do atual cenário, os jornalistas brasileiros reafirmam a sua luta histórica pelo direito da sociedade à informação e pela liberdade de expressão e de imprensa, exigem a realização imediata de uma Conferência Nacional de Comunicação, convocada pelo governo brasileiro para discutir políticas públicas que democratizem a comunicação no Brasil, defendem a aprovação de uma lei de imprensa democrática e cobram do Estado brasileiro políticas públicas de segurança que garantam a dignidade dos cidadãos brasileiros e assegurem aos jornalistas a integridade no exercício da profissão e a liberdade de informar a sociedade em todo o território nacional. São Paulo, 23 de agosto de 2008. (Fonte: Sindjornal)



    Escrito por Olívia de Cássia às 11h02
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    Indignação

     

    Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

    Jornalista

     

    Caros internautas, hoje eu fiquei estarrecida e indignada com um fato ocorrido  na periferia de Maceió e que foi fartamente divulgado nos blogs locais e será reproduzida amanhã na imprensa local. Uma menor foi estuprada pelo próprio pai e está com germe canino na vagina.

    Meu colega de profissão Roberto Vilanova disse em seu blog que em 35 anos de profissão já tinha visto de tudo, mas isso o que aconteceu foi uma bestialidade. Eu concordo com ele e digo mais. Sou cristã e sou contra a pena de morte no Brasil porque só os pobres seriam punidos, mas Deus que me perdoe. Num caso desses eu repenso os meus conceitos de mulher cristã.

    Nos últimos meses temos lido muitas notícias de pais que vêm violentando suas filhas menores e até fazendo filhos nas próprias filhas. Seria o final dos tempos? Minha Nossa Senhora. Eu que tive uma formação religiosa dos meus avós e meus pais não consigo nem sequer pensar numa possibilidade de que um ser humano seria capaz de uma atitude dessas.

    Será que uma criatura que comete uma ato desses pode ser considerada pessoa humana? A menina em questão tem nove anos e está sob a proteção do  Conselho Tutelar, depois de ter sido estuprada pelo próprio pai preso por policiais da Radiopatrulha e identificado como Francisco Nicolau da Silva, 50 anos, residente no Conjunto Frei Damião, no Complexo do Benedito Bentes, periferia de Maceió. Ele nega o acontecido e diz ser inocente.

     A mãe falou para a imprensa que a menina tinha reclamado do pai, mas ela não acreditou na criança e só desconfiou depois que viu o marido transando com a cadela de estimação e a menina chorou quando ela disse que ia sair e deixá-la com o pai.

    A violência cometida contra essa criança é  “mais um caso de estupro de menor; de desvio de conduta; de aberração social se não encerrasse também um fato inédito de transmissão de doença sexual, devido ao hábito de Francisco de também manter relações com animais - principalmente cadelas”, diz meu amigo Bob Vilanova em seu comentário de hoje no blog do site Tudo na Hora.

    O policial que prendeu a besta fera foi o sargento PM Macedo, comandante da guarnição que prendeu o monstro, depois que ouviu da mãe da menor. Não é só  estarrecedor o caso, é desumano e foge à compreensão de qualquer pessoa civilizada. Terezinha Rosa da Silva, 48, há 17 anos casada com esse animal chamado Francisco, com quem tem outros dois filhos, disse que sua filha de nove anos está com um germe canino na vagina e necessita da cuidados médicos. A menor tem febre e sente dores na genitália.

    O que Deus estará pensando nesse momento depois de ter colocado no mundo inquilinos tão perversos?



    Escrito por Olívia de Cássia às 22h11
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    Neandertais eram tão inteligentes quanto homo sapiens, diz estudo

     

    Washington, 25 ago (EFE)- A extinção dos neandertais não foi porque eram menos inteligentes do que o homo sapiens, o antepassado direto do homem moderno, assegura um estudo realizado sobre as ferramentas usadas por ambos os grupos primatas.

    Os resultados da pesquisa publicados hoje pela revista "Journal of Human Evolution" são uma nova prova que refuta a suposta superioridade intelectual dos homo sapiens e que foi defendida durante mais de 60 anos, segundo os cientistas.

    Esta pesquisa se soma a outros estudos, segundo os quais os neandertais eram tão bons caçadores como os homo sapiens. Também afirmam que não existiam diferenças notáveis entre os dois grupos em sua capacidade de comunicação.

    Os neandertais usavam ferramentas de pedra que em geral eram sem ponta, enquanto os homo sapiens usavam pedras mais afiadas que, para muitos arqueólogos, eram prova de seu intelecto superior.

    Essas ferramentas foram produzidas pelo homo sapiens durante a colonização da Europa, há aproximadamente 40 mil anos.

    Há até pouco tempo, se achava que com essas ferramentas ou armas os antepassados do homem tinham superado e terminado por expulsar seus rivais da Idade de Pedra.

    No entanto, os cientistas da Universidade de Exeter, da Universidade Metodista do Sul e da Universidade Estadual do Texas, dizem que não existe diferença na eficácia das duas tecnologias e, mais ainda, é possível que as ferramentas usadas pelos neandertais tenham sido melhores do que as do homo sapiens.

    Os neandertais, que seriam uma espécie diferente do homo sapiens, surgiram durante a glaciação européia, enquanto os antepassados do homem apareceram na África e se espalharam pelo resto do mundo entre 40 e 50 mil anos atrás.

    Acredita-se que os neandertais tenham se extinguido há cerca de 28 mil anos, o que sugere pelo menos dez mil anos de possível interação com os homo sapiens.



    Escrito por Olívia de Cássia às 21h55
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